Toma-se a mão… depois o braço
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“Toma-se a mão… depois o braço”
Os manifestantes sabem que o uso de violência pela polícia divide a sociedade: opinião pública, partidos e Presidente. É isso que lhes dá espaço para transgredir: sabem que o que se segue joga a seu favor. E ganham mais força quando percebem que um Presidente avesso a conflitos se apressa a pôr o ónus na polícia.
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