Moradores afetados pelas intempéries em Almada não vão poder regressar
O que disseram as 4 fontes
“Moradores afetados pelas intempéries em Almada não vão poder regressar”
O estudo de "Acompanhamento e monitorização de movimentos de Vertente e de Massa no Concelho de Almada e Estratégia para redução da vulnerabilidade e risco" foi desenvolvido por uma equipa da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa e incidiu nas zonas de Porto Brandão (Azinhaga dos Formozinhos) Arriba Fóssil da Costa da Caparica (Raposeira, São João, Santo António. Entre várias recomendações, a equipa coordenada por José Carlos Ferreira, do departamento de Ciências e…
Ler em Notícias ao Minuto“Tempestades em Almada: estudo alerta que muitos dos moradores afetados não vão poder regressar a casa”
Em fevereiro, na sequência das intempéries que assolaram Portugal, cerca de 500 pessoas tiveram de ser retiradas das suas casas no concelho de Almada. Desde então, a Câmara de Almada tem assumido os encargos do alojamento destas pessoas.
Ler em SAPO Notícias“Moradores afetados por intempéries não podem voltar às casas”
Equipa técnica aponta que há zonas de risco muito elevado pelo que não se verificam condições de segurança para o regresso dos moradores da Costa da Caparica e Porto Brandão.
Ler em Observador“Arribas em Almada: há zonas que não devem ser mais ocupadas e pessoas que não voltarão a casa”
Relatório sobre arribas da Caparica e Porto Brandão mostra que houve recuo nas terras, e cientistas notam que podem voltar a ocorrer. Inês de Medeiros diz que “as pessoas não vão poder voltar”.
Ler em PúblicoO que as notícias acrescentam
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