Sentem desconfiança e são "vítimas" da falta de privacidade. Os futuros génios não gostam da IA?
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“Sentem desconfiança e são "vítimas" da falta de privacidade. Os futuros génios não gostam da IA?”
Não têm grande fé nas gigantes tecnológicas e, por isso, prometem trazer a ética para o centro do debate quando entrarem no mercado de trabalho. Os próximos líderes da IA não querem imaginar um mundo sem regulação, mas reconhecem um caminho difícil pela frente: "Temos de estar três passos adiantados".
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