Privadas lamentam exclusão de serviço de profissionalização
O que disseram as 3 fontes
“Privadas lamentam não ter sido consideradas para profissionalização em serviço de professores”
Em causa está a contratualização de 1.036 vagas em cursos de profissionalização em serviço, financiados pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) com a Universidade Aberta, a Universidade de Lisboa e as universidades politécnicas de Beja e Setúbal.
Ler em Correio da Manhã“Privadas lamentam exclusão de serviço de profissionalização”
APESP critica exclusão das instituições privadas da contratualização de 1.036 vagas em profissionalização em serviço, num investimento de 5,5 milhões de euros.
Ler em Observador“Privadas lamentam exclusão de serviço de profissionalização”
APESP critica exclusão das instituições privadas da contratualização de 1.036 vagas em profissionalização em serviço, num investimento de 5,5 milhões de euros.
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