niuz

Habitação: Presidente da CIP critica "minoria ruidosa" e diz que “a rua não resolve” e “não aproxima”

4 fontes
Confirmado por 4
O que disseram as 4 fontes
CNN Portugal
“Presidente da CIP critica "minoria ruidosa" nos protestos pela habitação e alerta para risco de "mexer com pólvora”

Armindo Monteiro defendeu que a resposta ao aumento do custo de vida passa pelo crescimento económico e que Portugal é um país pobre porque não está a “fazer o necessário para aumentar a riqueza”

Ler em CNN Portugal
Diário de Notícias
“Habitação: Presidente da CIP critica "minoria ruidosa" e diz que “a rua não resolve” e “não aproxima”

O presidente da CIP criticou esta terça-feira a “minoria ruidosa” responsável pelos protestos pela habitação, defendendo que a “rua não resolve” e “não aproxima” e alertando para o risco de “mexer com pólvora” por “um voto” ou “um ‘like’”. “A rua não resolve, a rua não aproxima. Isso aconteceu na altura do Código do Trabalho, está a acontecer agora na lei de rendas”, criticou Armindo Monteiro, em declarações aos jornalistas após uma reunião com a presidente da IL, Mariana Leitão, na sede da…

Ler em Diário de Notícias
Renascença
“Habitação: Presidente da CIP critica "minoria ruidosa" e diz que "a rua não resolve" e "não aproxima”

Armindo Monteiro defendeu que é "possível fazer aumentar os salários", mas insistiu que o caminho não passa pela "solução mais ruidosa", mas sim por uma organização diferente do país para crescer ao nível do seu potencial.

Ler em Renascença
ECO
“Habitação: CIP critica “minoria ruidosa” e diz que “a rua não resolve” e “não aproxima”

O presidente da CIP criticou esta terça-feira a “minoria ruidosa” responsável pelos protestos pela habitação, defendendo que a “rua não resolve” e “não aproxima” e alertando para o risco de “mexer com pólvora” por “um voto” ou “um ‘like'”. “A rua não resolve, a rua não aproxima. Isso aconteceu na altura do Código do Trabalho, […]

Ler em ECO
Este ponto está errado? Diga-nos

O que as notícias acrescentam

Escrito por IA a partir dos resumos dos próprios órgãos de comunicação, quando alguém pede. Cada linha diz quem o noticiou, e as palavras por baixo são deles.

Quão recente

O sombreado esvazia com o tempo: cheio quando é nova, três quartos a 1 hora, metade a 6 horas, um quarto a 12 horas, vazio ao fim de um dia. A data é a da publicação na fonte.