Museu escocês retira múmia egípcia de exposição por falta de "consentimento" do falecido
O que disseram as 4 fontes
“Museu escocês retira múmia egípcia de exposição por falta de "consentimento" do falecido”
Um porta-voz da Glasgow Life, organização que gere o museu, explicou ao jornal "Glasgow Times" que existe um novo Código de Ética Museológica, ao qual o museu aderiu em junho passado, que justificou esta retirada
Ler em CNN Portugal“Museu escocês retira múmia egípcia de exposição por “falta de consentimento” do falecido”
“Retirámos os restos mortais desta exposição em sinal de respeito”, é dito numa mensagem colocada no local onde se encontrava a múmia em exposição.
Ler em Renascença“Museu retira múmia por "falta de consentimento" do falecido”
Onde antes se encontrava a múmia do sacerdote "Nekht", agora pode ler-se: "Retirámos os restos mortais desta exposição em sinal de respeito". Novo Código de Ética Museológica está na base da decisão.
Ler em Observador“Museus de Glasgow retiram múmias das galerias por falta de "consentimento informado" dos mortos”
Os museus municipais de Glasgow decidiram retirar da exibição pública várias múmias egípcias e outros restos mortais históricos, invocando a ausência de "consentimento prévio e informado" por parte das pessoas falecidas. A medida, que já entrou em vigor nas galerias do emblemático Kelvingrove Art Gallery and Museum, está a suscitar perplexidade e intenso debate no meio cultural britânico. No local onde os corpos embalsamados estiveram expostos ao longo de décadas, a direção colocou avisos…
Ler em Diário de NotíciasO que as notícias acrescentam
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