Mulheres estrangeiras representam 44,2% das interrupções da gravidez realizadas em 2025
Primeira notícia , último título .
O que disseram as 7 fontes
“Quatro em cada dez interrupções da gravidez são feitas por mulheres estrangeiras”
Os dados constam do relatório sobre o registo das interrupções da gravidez (IG) em 2025, que indica que foram realizadas um total de 18.869 IG, praticamente o mesmo número do ano anterior (18.871)
Ler em SAPO Notícias“Abortos estabilizaram em 2025 e mais de 44% foram feitos por mulheres estrangeiras”
Em 2025, houve 18.239 interrupções da gravidez por opção da mulher. DGS alerta para iniquidades territoriais e pede respostas “acessíveis, inclusivas e adequadas à diversidade linguística”.
Ler em Público“44% dos abortos em Portugal são de mães estrangeiras”
Público: destaque para a estabilização dos abortos. O ano passado houve cerca de 18 mil abortos por opção da mulher. JN: prestações das casas aumentaram mais de 100 euros desde o início da guerra.
Ler em Observador“Mulheres estrangeiras representam 44,2% das interrupções da gravidez realizadas em 2025”
REVISTA DE IMPRENSA | A maioria das interrupções, 18.239, ocorreu por opção da mulher
Ler em CNN Portugal“IVG feitas por estrangeiras refletem "padrão demográfico desta imigração”
Ler em Notícias ao Minuto“IVG realizadas por estrangeiras refletem padrão demográfico da imigração”
A ministra da Saúde afirmou hoje que o número de interrupções da gravidez realizadas por mulheres estrangeiras reflete o padrão demográfico da imigração e resulta num desafio de garantir o acesso de pessoas de muitas nacionalidades ao planeamento familiar.
Ler em SAPO Notícias“Quase metade das interrupções da gravidez em 2025 foram feitas por estrangeiras”
Quase metade dos abortos em Portugal no ano passado foram feitos por mulheres estrangeiras. A Direção Geral da Saúde pediu respostas adequadas à diversidade do país.
Ler em RTP Notícias“Mais de 324 mil abortos realizados em Portugal em quase duas décadas”
Os dados não incluem as interrupções feitas por risco de saúde para a mãe, violações e malformações do feto. A 19 de outubro, a Federação Portuguesa pela Vida promove um colóquio na Assembleia da República sobre esta realidade. “O aborto é hoje uma resposta à pobreza”, lamenta Isilda Pegado.
Ler em RenascençaO que as notícias acrescentam
Escrito por IA a partir dos resumos dos próprios órgãos de comunicação, quando alguém pede. Cada linha diz quem o noticiou, e as palavras por baixo são deles.