Moedas alerta: República morre quando cidadãos "deixam de acreditar nela"
O que disseram as 6 fontes
“Carlos Moedas alerta que República morre quando cidadãos deixam de acreditar nela”
“Uma República não morre apenas quando alguém a ataca, começa a morrer quando os seus cidadãos deixam de acreditar nela, quando as leis passam a ser vistas como obstáculos, quando a prudência se confunde com medo”, começou por referir no seu discurso Carlos Moedas, anfitrião pela 5.ª vez da cerimónia de comemoração do 05 de Outubro, na Praça do Município, em Lisboa.
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Ler em Notícias ao Minuto“Uma República não morre apenas quando alguém a ataca. Começa a morrer quando os seus cidadãos deixam de acreditar nela”
Nas comemorações dos 50 anos da Constituição, Carlos Moedas alertou para o risco da indiferença e do afastamento dos cidadãos da democracia. O presidente da Câmara Municipal de Lisboa recordou o caminho que levou ao golpe de 1926 e a quase 50 anos de ditadura.
Ler em CNN Portugal“5 de Outubro: Moedas alerta que República morre quando cidadãos deixam de acreditar nela”
Autarca apontou "o partidarismo cego", "o discurso radical" e "a cultura da impunidade" como "sinais desse afastamento".
Ler em Correio da Manhã“Moedas pede fim da indiferença que enfraquece a República”
O presidente da Câmara de Lisboa aponta o partidarismo cego, o discurso radical e a impunidade como sinais de afastamento da república. Carlos Moedas lembra ainda que é na segurança e na habitação que a República é colocada à prova.
Ler em Renascença“Moedas alerta que República morre quando cidadãos deixam de acreditar nela”
O presidente da Câmara de Lisboa alertou hoje que uma República não morre apenas quando é atacada, mas quando os cidadãos deixam de acreditar nela, durante a cerimónia comemorativa do 116.º Aniversário da Implantação da República.
Ler em SAPO Notícias“Moedas apela a que não se deixe a República "enfraquecer”
O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, lembrou no seu discurso a necessidade da "devoção" à República para garantir que ela não morre, comparando com as lições da República romana. "Há uma reflexão, escrita há quase trezentos anos, sobre homens como Catão, Bruto e Cássio", afirmou o autarca, explicando que "o amor por aquilo que somos pode levar-nos a sacrificar a própria vida". "Os romanos de que vos falei não quiseram sobreviver à sua República. Nós arriscamo-nos a…
Ler em Diário de Notícias“Moedas apela a que não se deixe a República "enfraquecer”
Autarca de Lisboa lembrou exemplos da antiga República de Roma para apelar a que a República seja cuidada enquanto instituição. Moedas apelou ainda ao fim de "lutas ideológicas" na habitação
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