Governo avisa que "não vai ceder aos gritos que vêm da rua"
O que disseram as 10 fontes
“Habitação: Governo avisa que "não vai ceder aos gritos que vêm da rua”
O ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, afirmou que o Governo defende o direito à manifestação, mas que todos os direitos devem obedecer a regras.
Ler em Renascença“Habitação. Governo avisa que "não vai ceder aos gritos que vêm da rua”
O ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, afirmou esta sexta-feira que o problema da habitação “não se resolve com bandeiras da Palestina”, nem com tumultos e avisou que o Governo “não vai ceder aos gritos que vêm da rua”. As declarações foram feitas durante uma interpelação ao Governo agendada pelo PCP sobre a subida do custo de vida, na qual o deputado do CDS-PP Paulo Núncio trouxe ao debate a intervenção policial no protesto pela habitação no Porto, na madrugada desta…
Ler em Diário de Notícias“Ministro avisa que Governo não vai ceder a “gritos da rua” sobre crise na habitação”
Carlos Abreu Amorim garantiu que Governo encara “problema da habitação como um problema muito sério” e defendeu que se resolve com “políticas públicas” e não com “tumulto” ou “bandeiras da Palestina”.
Ler em Público“Governo avisa que "não vai ceder aos gritos que vêm da rua”
Ministro dos Assuntos Parlamentares apelou ao executivo, à Câmara do Porto e às forças de segurança que tenham "coragem" para "pôr na ordem" o que caracterizou como uma "minoria de arruaceiros".
Ler em Correio da Manhã“Governo avisa que "não vai ceder aos gritos que vêm da rua”
O ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, afirmou hoje que o problema da habitação "não se resolve com bandeiras da Palestina", nem com tumultos e avisou que o Governo "não vai ceder aos gritos que vêm da rua".
Ler em RTP Notícias“Governo não cede "aos gritos que vêm da rua". Novo protesto pela habitação no sábado”
Executivo diz defender o direito à manifestação, mas que todos devem obedecer às regras. Cerca de 2.500 pessoas estiveram no protesto desta quinta-feira no Porto.
Ler em Jornal de Negócios“Protestos. Governo avisa que "não vai ceder aos gritos que vêm da rua”
Ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, afirmou que o problema da habitação “não se resolve com bandeiras da Palestina”, nem com tumultos
Ler em CNN Portugal“Government ‘will not give in to shouts from the street’ over housing protests – minister”
Portugal’s government has hardened its rhetoric over the housing protests in Porto, warning that it “will not give in to shouts from the street” and insisting the country’s housing crisis The post Government ‘will not give in to shouts from the street’ over housing protests – minister appeared first on Portugal Resident .
Ler em Portugal Resident“Habitação. Governo “não vai ceder aos gritos que vêm da rua”
O ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, afirmou esta sexta-feira que o problema da habitação “não se resolve com bandeiras da Palestina”, nem com tumultos e avisou que o Governo “não vai ceder aos gritos que vêm da rua”. As declarações foram feitas durante uma interpelação ao Governo agendada pelo PCP sobre a subida […]
Ler em ECO“Porto. Governo avisa que "não vai ceder" aos gritos da rua”
Ministro dos Assuntos Parlamentares afirmou que o Governo defende o direito à manifestação, mas que todos os direitos devem obedecer a regras e que os problemas não se resolvem com slogans.
Ler em Observador“Governo diz que não vai ceder aos gritos nas ruas”
O executivo diz que o problema da habitação não se resolve com bandeiras da Palestina. As palavras são do Ministro dos Assuntos Parlamentares num debate sobre o aumento do custo de vida, onde a esquerda condenou a resposta à manifestação no Porto.
Ler em RTP Notícias“Governo afirma que "não vai ceder aos gritos que vêm das ruas”
O ministro dos Assuntos Parlamentares afirmou esta sexta-feira, durante um debate no Parlamento, que "o Governo não vai ceder aos gritos que vêm das ruas".
Ler em RTP NotíciasO que as notícias acrescentam
Escrito por IA a partir dos resumos dos próprios órgãos de comunicação, quando alguém pede. Cada linha diz quem o noticiou, e as palavras por baixo são deles.